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Glossário

Glossário de termos comuns na área de redes sem fio.

BEACON FRAMES: Quadros de sinalização enviados em broadcast para difundir a presença de uma rede sem fio. Em geral, contém o nome da rede (SSID).

BROADCAST: Ato de difundir uma informação publicamente, para todas as estações que estejam na área de cobertura.

CANAL: Uma instância do uso do meio para passar unidades de dados de protocolos em outros canais, simultaneamente ou não, com interferência mínima.

CLIENTE: Qualquer dispositivo conectado a uma rede sem fio via concentrador de acesso é considerado um cliente da mesma.

CONCENTRADOR DE ACESSO: Um concentrador de acesso (access point) é uma entidade que serve como um portal para a rede cabeada, permitindo que os clientes wireless conectem-se à Internet ou serve de estação para prover acesso a serviços distribuídos pelo meio sem fio. Alguns modelos têm a função de repetidor (hub), comutador (switch) e até mesmo de roteador (router), com portas para conectar clientes via par trançado (twisted pair).

ESCUTAR: Termo utilizado em redes de computadores para denominar o grampo. Similar à escuta telefônica, só que aplicado às redes. Consiste na captura das informações por meio de um analisador de tráfego.

FIREWALL: Conjunto de regras para aumentar o nível de segurança de uma rede, por meio do tratamento do tráfego, seja bloqueando ou descartando determinados pacotes.

MODO MONITOR: Modo especial de funcionamento de uma placa de rede sem fio onde a mesma opera capturando (escutando) todos os pacotes em tráfego, sem injetar pacotes rede.

POLÍTICA DE SEGURANÇA: É o estabelecimento das normas de conduta aceitáveis para o bom uso de uma rede de computadores, dizendo respeito tanto ao comportamento de usuários, administradores e como devem ser tratados os incidentes de segurança. Deve ser clara e explícita, e abranger o máximo de tópicos possíveis, de configuração à utilização dos sistemas computacionais.

RADIOFREQÜÊNCIA: Transmissão e recepção de sinais por meio de ondas de rádio (Hertz).

REDE GUIADA: É a rede de área local (LAN – Local Area Network), por exemplo. Os computadores que fazem parte de uma rede guiada ou cabeada, são ligados entre si e conectam-se à Internet ou outras Redes Geograficamente Distribuídas (WAN – Wide Area Network), como o próprio nome diz, por cabos, que vão de cabo coaxial, a par trançado e fibra ótica.

REDE MISTA: Uma rede mista é aquela composta por uma rede cabeada e uma rede sem fio, ambas saindo pelo mesmo gateway.

SCRIPT KIDDIE: Indivíduos com pouco ou nenhum conhecimento técnico que se utilizam de programas prontos, que exigem apenas sua execução ou o pressionamento de botões para lançar ataques automatizados contra redes alheias.

SNIFFERS: São analisadores de tráfego que capturam os pacotes em fluxo por uma rede, podendo ser utilizados tanto por administradores de sistemas para descobrir problemas quanto por indivíduos maliciosos visando coletar senhas e outras informações relevantes.

SSID: Service Set Identifier, nome utilizado para identificar a rede.

WEP: O algoritmo de criptografia WEP (Wired Equivalent Privacy) provê teoricamente, similaridade de privacidade dos dados com uma rede cabeada. Faz parte do padrão IEEE 802.11, e sua finalidade é evitar que o tráfego wireless flua em texto claro, facilitando a escuta.

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